quinta-feira, 31 de março de 2016

My Fit Self Challenge // Uma espécie de fim

Com o fim de Março, chega também o fim do desafio, proposto pela Nádia do Perdida em Combate, que prometia por toda a gente na linha durante um mês inteiro: o My Fit Self Challenge. Devo dizer que, quando entrei neste desafio, queria dedicar-me a 100% e ir mais além do que ele me pedia. A verdade é que tentar ir de encontro com um estilo de vida saudável é algo que já faço há alguns anos e que, desde que entrei para a faculdade e tenho que preparar as minhas próprias refeições e tomar conta da minha própria rotina, tornou-se mais simples manter-me na linha.

Um pequeno resumo dos vários pontos a que estava desafiada:

REFEIÇÕES
Como disse, eu escolho aquilo que como. O facto de não haver tentações cá em casa (porque não as compro) torna muito mais fácil resistir àquilo que nos faz pior. Por isso este ponto foi bastante fácil (se ignorarmos os dias de Páscoa, mas esses não contam, certo?). O açúcar nos cafés desapareceu completamente e o pão deixou de existir no meu dia-a-dia; os legumes substituíram a massa e o arroz com grande facilidade. Um pequeno snack andava sempre na minha mala, assim como uma garrafa de água (embora não tenha conseguido cumprir bem o 1,5L que me foi proposto).

EXERCÍCIO
Se considerarmos subir as escadas monumentais mais do que uma vez por dia exercício, eu arrasei nesta categoria! Brincadeiras à parte, esta foi a pior área de todas. Eu sou uma preguiçosa nata. Ando imenso a pé cá em Coimbra porque vivo a 20 minutos da faculdade e vou sempre a pé para todo o lado. Mas exercícios localizados não são comigo, desisto à primeira dorzinha e treinar sozinha não ajuda nada a motivar-me. Agora tudo o que seja full body é uma festa para mim, correr, nadar ou dançar são as 3 coisas que mais gosto de fazer nos meus workouts esporádicos. 

ROTINA
Os meus hábitos de sono estão, finalmente, minimamente regulados. Eu tenho a noção que preciso de dormir 8 horas pelo menos e faço por me deitar a essas horas. Envolvi-me em atividades que me fazem feliz e tentei ser uma pessoa mais positiva durante este mês. Aceitar-me como sou sempre foi um problema que tive. Nunca foi uma temática que abordei muito por aqui, mas, sem me alongar muito, nem sempre é fácil para mim ser uma pessoa confiante em relação ao meu corpo. Aliás, 90% das vezes que posto fotografias por aqui penso duas vezes se pareço gorda ou magra, se a pose me favorece ou não. Mas, com o passar deste mês, finalmente olho-me ao espelho e penso: damn I look good!. Não, não sou um body goals mas ao menos sinto-me bem com aquilo que sou e sabe mesmo bem!


Fazendo um balanço do mês, foi um sucesso! Valeu bem a pena e quero agradecer à Nádia por se ter lembrado de mim para este desafio (não digam a ninguém, mas foi o meu primeiro desafio de sempre no blogue!). Vou continuar a melhorar aquilo que não consegui neste mês e a tornar-me uma melhor versão de mim própria, a todos os níveis.

E vocês, participaram neste desafio? Acham que fui sucedida ou nem por isso?

sexta-feira, 25 de março de 2016

MUSIC ♪ ANTÓNIO ZAMBUJO & MIGUEL ARAÚJO

Em Portugal existem, ao contrário do que muitos portugueses pensam, artistas de qualidade. Depois existem estes dois. Numa categoria completamente à parte, o Miguel Araújo e o António Zambujo encantaram-me desde o primeiro acorde de Foi Deus, com que abriram o espectáculo até ao último acorde Porto Sentido, com que terminaram este grande concerto no Coliseu do Porto ontem.
Que eu sou uma apaixonada pelo timbre e voz com uma leve inspiração no nosso fado do Zambujo já é mais do que conhecido. Que acho o Araújo, com os seus mil instrumentos, um dos melhores músicos actualmente em Portugal, também é conhecido. Mas que esta dupla iria funcionar de uma forma tão maravilhosa era uma incerteza. Agora, só tenho uma palavra para os descrever em conjunto: mágico.

Com o Coliseu esgotado, cantaram e encantaram com excelente música, bom sentido de humor e algumas histórias das suas vivências, fazendo deste um dos melhores concertos que já vi. Inverteram os papéis e cantaram os sucessos um do outro, misturando o canto alentejano e o fado característicos do António Zambujo com o rock que corre nas veias do Miguel Araújo, bem como alguns sucessos de outros artistas que eles têm como referência, como a Rosinha dos Limões do Max ou Eu não existo sem você do Vinicius de Moraes. A atmosfera descontraída que só eles conseguem criar conjugada com o cenário incrível, obra da Ana Sequeira, fizeram o casamento perfeito para aquele que, para mim, foi o melhor concerto de música portuguesa que alguma vez assisti.


São fãs destes dois artistas? Gostavam de os ter visto nos Coliseus?

quarta-feira, 23 de março de 2016

Nas minhas costas...

...bem poderia estar este conjunto de 6 mochilas!

Acho que não há nada mais confortável para o dia-a-dia na faculdade ou secundário do que uma mochila com todos os cadernos e livros que precisamos para o nosso dia. Mas também não gosto de andar com uma mochila que não reflita algo que eu sou. Sim, porque a mochila que usamos deve encaixar no nosso conjunto tão bem como qualquer acessório ou calçado. Coordená-la com o nosso conjunto descreve-nos como pessoas que gostam de conforto mas que se preocupam com aquilo que estão a usar, adicionando o toque descontraído ao nosso estilo pessoal. Estas 6 belezas são, infelizmente, muito caras para a minha carteira, mas se houvessem flash sales que as deixassem a um preço da chuva, eu agarrava-as sem pestanejar duas vezes.


Costumam usar mochilas? Qual é a vossa favorita?
Com tecnologia do Blogger.
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