sexta-feira, 7 de outubro de 2016
TRAVELLING // CASTELO DE SÃO JORGE
Como vos disse há alguns posts atrás, fui passear a Lisboa juntamente com alguns primos meus - post sobre o nosso trajecto aqui - e um dos sítios que visitámos foi o Castelo de S. Jorge, um ponto turístico considerado por muitos dos mais importantes quando se visita Lisboa.
Apesar de termos ido de manhã visitar o Castelo, a fila para comprar os bilhetes já se encontrava enorme e valeu-nos uns bons 15 minutos à espera para entrar. Quando finalmente conseguimos entrar, não queria acreditar na vista sob Lisboa que tinha diante dos meus olhos. Uma vista sob toda a cidade, com as suas casas e casinhas com os seus tejadilhos em laranja-tijolo que contrasta perfeitamente com o azul do mar e do céu, que enquadra esta Lisboa como se de um quadro se tratasse.
O Castelo de S. Jorge foi construído em meados do século XI pelos muçulmanos sob o ponto mais alto do centro histórico, sendo mais tarde, aquando a conquista de D. Afonso Henriques sobre Lisboa, utilizado como espaço de grande prestigio para cerimónias como coroações, festas ou recepção de personagens ilustres da história portuguesa. Hoje em dia é utilizado para variadas recriações medievais, exposições de alguns artigos históricos assim como espectáculos de época. Apesar de não ter assistido a nenhum, parece-me certamente o cenário ideal para uma recriação de, por exemplo, uma batalha.
Uma visita ao Castelo de S. Jorge custa 8,5€, havendo desconto para os estudantes com idades inferiores a 25 anos: o bilhete fica a 5€. Para moradores do concelho de Lisboa, a entrada é gratuita sob comprovativo com morada.
Se acho que os bilhetes são caros? Sim. Se acho que é o melhor monumento que já vi? Não, nem de perto. A paisagem é de cortar a respiração, isso é verdade, mas não justifica o preço dos bilhetes porque é a única coisa que realmente temos para apreciar. Apesar das muralhas serem incríveis e nos sintamos muito umas princesas protegidas pelas grandes muralhas do nosso castelo, a nível visual não são de todo apelativas (natural, afinal de contas são ruínas) e não tem realmente grande coisa para ver. Ainda assim, considero que é um monumento que devemos visitar pelo menos uma vez na nossa vida, até porque a vista é realmente encantadora.
Alguma vez visitaram o Castelo de S. Jorge?
terça-feira, 4 de outubro de 2016
LITERATURA // A CULPA É DAS ESTRELAS
O livro de que vos falo hoje será, possivelmente, aquele que demorou mais tempo a sair da prateleira (já o tinha referido no último de literatura, sobre outro livro deste mesmo autor). A Culpa é das Estrelas, de John Green é conhecido pela sua capacidade de sensibilizar as pessoas e eu, como me conheço e sei o quanto me deixo afectar por histórias emocionantes como esta prometia ser, acabava sempre por adiar esta leitura. Até que finalmente aconteceu e irei partilhar tudo convosco.
A Culpa é das Estrelas é narrado por Hazel, uma rapariga de 16 anos com uma vida particularmente difícil: foi diagnosticada no início da sua adolescência com um tipo de cancro terminal, passando o tempo há espera do momento em que ele toma a melhor sobre ela. Forçada pelos seus pais super protectores, frequenta um grupo de apoio a doentes cancerosos onde conhece Augustus, um rapaz carismático e aos olhos de Hazel bem sensual que, rapidamente, se torna uma das personagem principais do livro; a história desenrola-se em torno da relação de Hazel com Augustus, que nos cativa e motiva a continuar a leitura.
As personagens principais, à parte da sua doença, são relacionáveis, apresentando-se como adolescentes normais e tendo alguns dos dramas que qualquer um de nós poderá ter passado por. A Hazel é aquela adolescente típica que quer a sua liberdade e quer sentir o amor em pleno e o Augustus é aquele rapaz adorável que qualquer uma de nós queria que aparecesse na nossa vida: engraçado, bonito e que se dedica em pleno à pessoa que ama.
Os mitos não eram falsos: este livro parte-nos o coração. Não de uma forma fugaz e assertiva, mas devagar e a todos os níveis. Não que o fim não seja espectável (não se preocupem, não dou spoil) até porque o autor nos prepara para o grande desfecho ao longo de toda a história, mas porque esperamos sempre que haja alguma forma de alterar o destino natural das personagens, de alterar o seu destino.
Resumindo: este é um livro para quem gosta de um bom romance que não seja um cliché. Apesar de um tanto ou quanto previsível, merece que lhe dêem uma oportunidade. De fácil leitura mas que, no final, nos deixa a pensar se vivemos a nossa vida em pleno e o melhor que conseguimos.
Já leram este livro? O que acharam da review?
sábado, 1 de outubro de 2016
6 PEÇAS ESSENCIAIS PARA O OUTONO
Para mim o início de Outubro marca o início do Outono (sim, eu sei que não é a data oficial mas na minha mente é) e, sendo esta a minha estação favorita, não podia deixar de a assinalar. Se há coisa que adoro no Outono são as cores utilizadas, a roupa que as pessoas utilizam e a temperatura nem muito quente nem muito fria. Por isso mesmo, decidi recolher 6 peças que qualquer pessoa precisa de ter no seu armário para o início desta estação.
Casaco de Cabedal
Sejamos sinceros, há lá peça de roupa mais cool? O intemporal casaco de cabedal veste bem em qualquer tipo de corpo e é a peça ideal para esta estação. Fica bem com qualquer coisa, desde o vestido até às calças de ganga e encaixam-se na perfeição no estilo de toda a gente. É uma escolha fácil em qualquer ocasião.
Camisolas de Malha Fina
Como ainda não chegámos ao Inverno, não precisamos de recorrer às malhas bem grossas. Aliás, o Outono é marcado por temperaturas amenas, com um ligeiro vento frio mas nada exagerado. Para quem não é muito fã das camisas, este tipo de camisolas é o vosso jam. Do mais prático que há e facilmente conjugável com qualquer peça do vosso armário, estas camisolas são uma peça go to quando estamos com preguiça de pensar ao pormenor o nosso conjunto.
Como ainda não chegámos ao Inverno, não precisamos de recorrer às malhas bem grossas. Aliás, o Outono é marcado por temperaturas amenas, com um ligeiro vento frio mas nada exagerado. Para quem não é muito fã das camisas, este tipo de camisolas é o vosso jam. Do mais prático que há e facilmente conjugável com qualquer peça do vosso armário, estas camisolas são uma peça go to quando estamos com preguiça de pensar ao pormenor o nosso conjunto.
Lenços
A forma perfeita de evitarmos uma dor de garganta e acrescentar um toque pessoal ao nosso conjunto é com a utilização de lenços. Na realidade, esta peça é uma grande obsessão minha e, seja com padrão ou liso eu uso-os e abusos nesta estação. Mais uma vez, ficam bem com tudo, e dependendo da ocasião podemos escolher uns mais curtos, que dão alguma sofisticação, ou mais compridos, para um ar descontraído.
Botins
Não, não é obrigatório começares já a encontrar o par de botins perfeito. Mas, na minha opinião, esta peça marca a diferença entre o Verão e o Outono. Os pés mais tapados, seja com sabrinas ou sapatos fechados, são um sinal de que o Outono chegou e os botins são uma forma com imenso estilo de entrar nesta estação. Tal como todas as peças de que falo aqui, podem ser utilizados com tudo aquilo que nos apetecer.
Casaco de Ganga
Tal como o casaco de cabedal, este é o vosso melhor amigo para os dias mais frescos. Com uma vibe bem descontraída, o casaco de ganga é uma peça que se adequa a bastantes estilos diferentes: seja o girly, em que reina os casacos bem cintados e justos ou mais grunge, com um casaco mais oversized e com um ar mais solto, é uma peça essencial no armário de qualquer pessoa para a presente estação.
Camisas
Neste campo sou também fanática. Comecei a apaixonar-me pelas camisas quando percebi a sua versatilidade e desde então são o meu uniforme de Outono/Inverno. Bastante fáceis de conjugar e, ao contrário do que se pensa, ajustáveis a cada estilo (existem camisas com imensos cortes diferentes, padrões diferentes e tecidos diferentes), são uma peça que nos aquece mas não em demasia. Perfeita para a estação!
Também gostam do Outono? Das peças essenciais que selecionei, qual a vossa favorita?
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